Ser mãe é padecer no paraíso?

EM: 20 de novembro de 2016

Vamos deixar o preconceito de lado e ouvir o que um homem tem a dizer sobre ser mãe? Vem, vou ajudar você. Aprendi três coisinhas com duas mãezonas: a Psicologia e a Educação.

1. Todo mundo erra. Somos humanos. Você já errou, está errando ou vai errar na educação de seu filho. Não é fácil acertar sempre. No fundo você errou porque ama, pois a intenção era educar. Errou? Perdoe-se, peça perdão (se for o caso) e siga em frente, pare de se culpar e de martirizar-se.

2. Você tem o direito de perder a paciência. Sério, ficar atrás de uma criança o dia todo, ouvir choros e reclamações, brincar, conversar, explicar e falar mil vezes a mesma coisa não é nada fácil. “Torra.” Você fica com vontade de tirar férias, sair de perto, fugir, pedir para o pai, tia ou avó ficar com o fofucho só para você poder respirar. A conclusão? Você é normal.

3. Ser mãe não é tudo. Além de mãe, você é mulher, esposa, filha, amiga, colega de trabalho, e uma série de outras versões de si mesma! E você precisa de tempo para que elas possam continuar a existir. Salão de beleza, academia, shopping, barzinho, restaurante, cinema, igreja, churrasco da “firma”, deixaram de existir em sua vida? Cuidado! Daqui a pouco seu filho diz: “tchau mãe” e vai para o intercâmbio, casar, morar fora, enfim, ter sua própria vida… e o que houve com a sua? Ficar sem a companhia de seu filho em algumas noites ou algumas tardes de sábados não te coloca no inferno, pelo contrário, ensina a seu filho que crescer é adquirir autonomia. Chega de grude!

Leia o livro Crianças francesas não fazem manha de uma jornalista americana morando em Paris. Leitura que resgata a mulher que há em cada mãe e ajuda a educar com princípios práticos e úteis. O capítulo sobre choros à noite é libertador.

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