Volta às aulas

EM: 5 de fevereiro de 2017

Para muitas crianças o retorno às aulas é traumático. Choram, fazem birras, dizem que não querem ir e pronto. Não há argumentação lógica que convença a criaturinha de que vai ser legal, que a professora é querida, que os coleguinhas vão brincar ou que o parquinho é muito divertido. Nada adianta.

O que fazer?

Em muitos casos a mãe ou o pai é que estão interferindo negativamente, sem perceber. Por exemplo, se a mãe está muito ansiosa, muito carente, muito ligada ao filho, dormem na mesma cama… então há uma espécie de simbiose, uma ligação exagerada que acaba interferindo no “tchau filho, boa aula” e no “tchau, mãe!!”.

Nesses casos, é melhor que inicialmente outra pessoa leve a criança para a escola, para não criar expectativas equivocadas por parte da criança. O pai, a vó, ou uma tia.

Quando a mãe já estiver acostumada com a ausência do filho e sentindo em seu coração que a escola é boa para ele, então pode assumir a responsabilidade de levá-lo novamente. A questão principal é estar em paz. O filho percebe e fica também. Se a mãe (ou o pai, claro) demonstrar insegurança, o filho também se sente inseguro e chora!

Bom ano letivo para todos, crianças e pais.

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