Mães à beira da loucura!

É preciso diminuir o ritmo e pedir ajuda. Afinal, outra pessoal poderá pegar ou levar o filho para escola ou realizar outras tarefas

EM: 5 de abril de 2018

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Ser mãe nos dias de hoje não é fácil. Você é ao mesmo tempo cozinheira, faxineira,  taxista que leva seu filho para a escola, para a natação, aula de inglês, busca da escola, leva para casa, acompanha a lição de casa, conta historinhas, junta os brinquedos, arruma a mochila para o dia seguinte, dá banho, coloca para dormir e, quando finalmente você acha que vai ter sossego, tem que arrumar toda a casa para o dia seguinte! Depois de tudo, o maridão te olha com aquela cara de carente e você fica com o sentimento de culpa por estar tão cansada.

Cinco dias da semana seguem nesse ritmo alucinante. E os fins de semana quando você poderia ter mais momentos de descanso, seu filho não vai à escola, ou seja, fica todo o tempo sob sua supervisão. Com tudo isso não sobra tempo para salão, manicure, sair com as amigas para tomar um chope (e quando raramente consegue, fica o tempo todo falando de filhos) ou simplesmente fazer algo que você gosta.

Onde ficaram suas aulas de dança de salão que você adorava? Há quanto tempo suas amigas não conseguem levá-la para um barzinho bater papo? E a academia que você faz a matrícula, frequenta uma semana e mais tarde percebe que o mês já foi embora e seus treinos só aconteceram quatro vezes?

Tem algo errado nesse ritmo todo. Se você não reservar tempo para investir em sua saúde mental e física, para seu prazer, descanso ou simplesmente diversão, logo seu nível de estresse estará tão alto que seu corpo vai dar uma “pane”. E aí nem seu filho, nem marido, nem você poderão ser beneficiados com sua presença, trabalho ou correria.

É preciso diminuir o ritmo. Pedir ajuda. Outra pessoa poderá pegar ou levar o filho para a escola. (Marido, avó, tia, vizinha ou até uma van contratada para isso). Divida melhor as tarefas com seu marido. Dois sábados por mês ele fica com as crianças e os outros dois você. Reveze algumas tarefas com outras pessoas para que você possa voltar à academia, natação, ou seja lá o que for que lhe traga prazer. Descubra outras formas de investir tempo exclusivamente em você. Tenha um hobbie. Isso não é egoísmo, pois é preciso aprender a amar-se para poder amar, é preciso investir em você para que sua saúde (mental e física) lhe permita investir nos outros. Não há vergonha nisso, há sabedoria. Ame-se mais!

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